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04/06/2017

Visita à Cidade do Porto...


No dia 3 de Junho, um grupo de alunos da AUTITV, da disciplina "História de Portugal" viajou até à cidade do Porto, para efectuar uma visita de estudo organizada pela Professora Rita Sarreira, a última do ano lectivo 2016/2017.

A visita teve início no Museu Interactivo e Parque Temático dedicado aos descobrimentos portugueses, situado no centro histórico do Porto (no interior dos antigos armazéns da Real Companhia Velha, em Miragaia).

Após o almoço, no Restaurante D. Manuel I localizado no mesmo edifício do Museu, seguimos para a Fundação de Serralves, que este ano realiza a 14ª edição do "Serralves em Festa", considerado o maior evento da cultura contemporânea em Portugal e um dos maiores da Europa, com centenas de actividades a decorrer nos vários espaços da Fundação. Ali visitámos a exposição de Joan Miró, percorremos os cantos e recantos daquele parque encantador e ainda houve tempo para assistir um pouco ao belíssimo momento musical do "Ensemble Darcos/Maria João/José Luis Peixoto/Nuno Côrte Real"...



02/06/2017

Palácio de Monserrate


No dia 26 de Maio, de 2017, a Professora Rita Sarreira, organizou mais uma visita de estudo, no âmbito da disciplina "História de Portugal", desta vez ao Parque e Palácio de Monserrate, uma belíssima criação arquitectónica e paisagística do Romantismo em Portugal, situado muito perto do centro histórico de Sintra.

Foi para todos muito interessante esta oportunidade de descobrir um dos mais ricos jardins botânicos portugueses e de conhecer a rara beleza deste palácio que combina várias influências, desde as góticas às indianas, passando por algumas sugestões mouriscas.





14/03/2017

Museu Militar de Lisboa...



No dia 10 de Março de 2017, a Professora Rita Sarreira, efectuou, com os seus alunos da disciplina de "Históra de Portugal", mais uma interessante visita de estudo, desta vez ao Museu Militar de Lisboa, onde foi possível apreciar uma excelente exposição de armas, uniformes, e documentos militares históricos.

Assim, foram visitados os Salões de Vasco da Gama e de Camões e as Salas de Mouzinho de Albuquerque, dos Restauradores e D. Maria II (com particular destaque para as pinturas de Carlos Reis, Adriano Sousa Lopes e Columbano) e ainda o Páteo dos Canhões (onde se pode observar painéis de azulejos que contam a História de Portugal desde a reconquista cristã até ao século XX) e as Carroças e Coches usados no transporte de peças de artilharia e esculturas de fundição do exército.




15/02/2017

Museu do Dinheiro




No âmbito da disciplina de História de Portugal, foi efectuada, no dia 3 de Fevereiro, uma visita ao Museu do dinheiro, instalado na Igreja de S. Julião em Lisboa, cuja construção primitiva data do séc. XIII.

Após a sua destruição total com o terramoto de 1755, foi reedificada entre 1802 e 1806, e, na sequência de um incêndio em 1816, foi mais tarde alvo de obras de restauro, já no ano de 1854.

Em 1930 foi  desconsagrada e adquirida pelo Banco de Portugal sendo, até 1996, o maior centro de distribuição de numerário do país.

Até 2006, serviu de armazém e de garagem e em Abril de 2016 foi inaugurado o museu, cujo projecto esteve a cargo do designer Francisco Providência.






23/11/2015

Visita de estudo ao Museu Nacional Ferroviário - Entroncamento



No âmbito da disciplina de História de Portugal, orientada pela Drª Rita Sarreira, a AUTITV organizou, no dia 19 de Novembro, uma interessante visita ao Museu Nacional Ferroviário.

Um grupo de 60 alunos, acompanhados pela professora da disciplina, deslocaram-se ao Entroncamento, de combóio, o que, não obstante o tempo gasto na deslocação e os seis transbordos efectuados (na ida e regresso), proporcionou a todos uma interessante e agradável viagem, que possibilitou a visita ao acervo museológico e consequentemente o conhecimento pormenorizado da história dos Caminhos de Ferro em Portugal.
Do diverso equipamento exposto (material circulante; equipamentos de via e catenária; de comunicação, informação, sinalização e outros....), destacam-se:  a primeira máquina que veio para Portugal e cujo numero é o 175 e as carruagens real e presidencial, com especial relevo para a carruagem D. Maria Pia e de seu filho D. Carlos.





No vídeo que se segue ficam as imagens captadas durante a visita...


01/05/2015

Segunda Visita de Estudo ao Palácio Maçónico do Grande Oriente Lusitano...

Na sequência da visita de estudo efectuada no dia 13 do passado mês de Março, ao Palácio Maçónico do Grande Oriente Lusitano, sob a orientação da Professora da disciplina de História de Portugal, Drª Rita Sarreira e dado o grande interesse manifestado por alunos que, da primeira vez, não tiveram oportunidade de participar nesta experiência, foi realizada ontem, dia 30 de Abril, uma segunda visita a este interessante Palácio, por forma a satisfazer os inúmeros pedidos dos alunos da AUTITV...

Ali chegados, fomos recebidos pelo senhor engenheiro Fernando Sacramento, responsável pelo Museu da Maçonaria instalado no edifício, que, com os seus imensos conhecimentos sobre a Organização e dotado de grande cultura geral, informou os visitantes sobre os rituais e simbologia que identificam a Maçonaria Portuguesa, relacionando-os com a actividade geral do País.
Importa salientar que esta Organização foi vítima de grandes perseguições durante duzentos anos, mas apesar disso manteve sempre como divisa a LIBERDADE, IGUALDADE E FRATERNIDADE, sendo que tem como seus objectivos a transmissão da Tolerância, Solidariedade, Trabalho e Paz.

Dos variadíssimos símbolos destacam-se: o DELTA, símbolo da força e do amor; o SOL, símbolo da luz, do conhecimento, da sabedoria, da vida e da saúde; a LUA, símbolo feminino e da vida e, o AVENTAL (o mais conhecido), símbolo do trabalho constante.

A REGRA DE OURO e o CICLO DA VIDA, são orientações comuns a todos os maçons (existem em Portugal lojas masculinas, femininas e mistas). 
Assim, o mineral, o calcário e o mármore são representativos por esta ordem e significam: a infância, a idade adulta e a idade da sabedoria, respectivamente.
Todos os assuntos podem ser abordados pelos maçons. internamente, no seu templo, excepto os relacionados com religião e política. Estes são do foro de cada um e de livre escolha.
Muito há para dizer e conhecer nesta Organização, que está aberta ao público todas as tardes na rua do Grémio Lusitano, ao Bairro Alto. Basta tocar à campainha. 
Lembramos que podem ler o artigo sobre a anterior visita ao Palácio da Maçonaria, publicado neste blog no passado dia 13 de Março.
A todos os participantes foi distribuído um elucidativo prospecto sobre o historial, símbolos e actividade da Maçonaria.

O Templo

14/03/2015

O Palácio Maçónico...!!!


Passar uma tarde (cerca de quatro horas seguidas) no interior de uma instituição maçónica, a ouvir, a ver e a fotografar, sem restrições, terá sido para os seniores da Universidade de Torres Vedras uma experiência nunca vivida.
Maçonaria, organização secreta, poderes ocultos, bem, mal, maçons, maçonas, são mais ou menos o que são consoante a informação que temos. Nada melhor do que ir à fonte e lá desvendar os mistérios.
Aqui chegados, há que agradecer a iniciativa da Drª Rita Sarreira e da AUTITV, pela visão que têm sobre o "saber de descoberta" que move os alunos das universidades seniores.
Estivemos, no dia 13 (sexta-feira), do mês de Março, na sede do Grande Oriente Lusitano, em Lisboa, "uma das mais antigas Obediências Maçónicas Europeias, fundado em 1802.
O palácio maçónico alberga também o Museu Maçónico Português, considerado um dos melhores da Europa, fundado em 1984". Um museu aberto de portas fechadas, mas que pode ser visitado de segunda a sexta feira, entre as 14,30 e as 17,30 horas. Para entrar basta premir a campainha.
O Dr. Fernando Sacramento, director do museu maçónico, tem todo o saber histórico da maçonaria, o que para os visitantes é muito gratificante. O secretismo e as ideias imprecisas sobre a maçonaria são um livro aberto, porque "nós caminhamos sempre aos ombros dos que nos antecederam, a humanidade faz-se a caminhar". Na teoria tudo é simbólico, porém, "a árvore genealógica é a memória do cordão umbilical de quem somos agora".
Toda a atenção dos seniores estava concentrada no director do museu, qual secretismo, qual invenção.
Como podemos ter opinião sobre o que não conhecemos?
Mas é verdade que "os senhores do poder sempre usaram a religião e a maçonaria".
Na loja maçónica todos são tratados por igual, nivelados por cima, em fraternidade e liberdade de consciência, todos são intérpretes da verdade do saber, sem tabus, reconhecendo que o conhecimento pleno é inatingível.
neste momento, há cerca de cinco mil maçons (incluindo maçonas) e, só em Lisboa, há 65 lojas maçónicas.
Uma aula pelo tempo e no templo da maçonaria em Portugal, sem secretismos, uma "viagem" pela história da maçonaria, a ficar na "reserva mental" de cada um.

nota - informam-se as pessoas que ficaram em lista de espera e eventualmente outros interessados, que vai haver uma nova visita, no próximo dia 30 de Abril.



25/01/2015

Laboratório Químico e Academia das Ciêncas....




No dia 16 de Janeiro de 2015, um grupo de alunos da AUTITV deslocou-se a Lisboa, para uma visita de estudo, organizada pela Professora da disciplina de "História de Portugal" - Drª Rita Sarreira, ao Laboratório Químico da Escola Politécnica e à Academia das Ciências....

A visita ao Laboratório Químico permitiu-nos conhecer um espaço museológico que serviu muitas gerações de docentes e professores e que se encontra integrado no Museu da Ciência da Universidade de Lisboa.

No que respeita à visita à Academia das Ciências, foi interessante conhecer a sua história, toda a actividade que ali se desenvolve e o papel importante que tem desempenhado ao longo dos tempos, na sociedade portuguesa.




19/12/2014

Óbidos/Vila Natal...


No passado dia 12, um grupo de alunos da AUTITV - Associação para a Universidade da Terceira Idade de Torres Vedras, efectuou uma visita de estudo à Vila de Óbidos (cuja fundação remonta a 308 a.C.), organizada pela professora da disciplina de História, Drª Rita Sarreira.
Foram vários os pontos de interesse histórico visitados, nomeadamente as Igrejas de S. Pedro, Misericórdia e Santa Maria, bem como a "Vila Natal" que a todos encanta pela sua magia....




11/06/2014

Vista ao Teatro D. Maria II, ao Arco da Rua Augusta e ao Lisboa Story Centre


No passado dia 2 de Junho a AUTITV efectuou uma visita ao Teatro D. Maria II, ao Arco da Rua Augusta e ao Lisboa Story Centre, como actividade da disciplina de História de Portugal.
Foi um passeio muito interessante, que incluiu um almoço livre e que serviu mais uma vez para o convívio alegre e bem disposto dos alunos da AUTITV.
 No Teatro D. Maria II, inaugurado em 1846, visitámos o seu belíssimo interior e apreciámos todo o ambiente próprio de uma sala de espectáculos daquela envergadura. 
A fachada principal é de grande beleza e ostenta, entre outros, a figura de Gil Vicente.


De seguida passámos pela Praça do Rossio (ou de D.Pedro IV), local que, além de ser uma das salas de visita da capital, é uma praça por onde sempre se passeia com agrado. A estátua de D.Pedro IV (de iniciativa de D. Maria II), foi inaugurada em 1870, tendo o lançamento da primeira pedra ocorrido em 1852.
A coluna central da Praça foi levantada em 1867 e tem 27,5 mts de altura. Na sua base estão quatro das qualidades reconhecidas a D.Pedro: Sabedoria, Força, Justiça e Moderação, representadas por quatro mulheres.

E chegámos ao Terreiro do Paço, um projecto de Eugénio dos Santos.
A estátua equestre de D. José tem 14 mts de altura e nela o rei é representado, à romana, montado a cavalo, pisando as serpentes e olhando o Tejo. O pedestal apresenta dois grupos alegóricos: A Fama e o Triunfo. Foi inaugurada em 1775. Na frente estão as armas reais e a esfinge em bronze do Marquês de Pombal, a qual foi retirada em 1777 e reposta por D.Maria II em 1833. Na parte posterior, virado para a rua Augusta, um baixo relevo representa a generosidade e empenho do monarca na reconstrução da cidade, após o terramoto.

O Arco da Rua Augusta, traduz a arte pombalina e neoclássica, tendo na parte superior esculturas que representam a Glória e o Valor. Na parte inferior, esculturas de Nuno Alvares Pereira, Vasco da Gama, Viriato e Marquês de Pombal. Na lateral esquerda, o rio Tejo e na lateral direita, o rio Douro, delimitando ambos a região onde os Lusitanos viveram.
No topo está escrito em latim: "As virtudes dos Maiores para que sirva a todos de ensinamento oferecido a expensas públicas".




Por ultimo o LISBOA STORY CENTRE.

É um centro interpretativo com dois pisos. No piso zero é proposta uma viagem no tempo e no espaço com relatos fiéis. O percurso é de seis núcleos fundamentais, onde se aborda o Rio, a Terra, o Mar, o Céu, os primórdios mitológicos, os colonizados, os conquistadores, as muralhas da antiga cidade, a Lisboa do século XVI, o Padre Voador, a Morte, a Política, o Terramoto de 1755, a cidade em ruínas, a visão de Pombal, a reconstrução da cidade e o Terreiro do Paço.

No 1º. Andar -Lisboa virtual- (maqueta interactiva), que representa o centro de Lisboa e que permite visualizar entre outros: o 25 de Abril, a implantação da Republica e a maqueta de Lisboa pré-pombalina.


10/06/2014

Visita ao Chalet da Condessa d'Edla, em Sintra


No passado dia 15 de Maio, efectuou-se a visita ao Chalet da Condessa d’Edla, no âmbito da disciplina de História de Portugal.
Antes de falar propriamente da visita, convém dar alguns tópicos sobre a Condessa d’Edla.
Era uma senhora de origem Suiça/Alemã tendo aos 12 anos ido viver para Boston. Foi muito dada às artes e letras, tendo acabado o curso em Paris.
Após a sua formação actuou no Scala de Milão e mais tarde no teatro de S.João no Porto, onde cantou “Um baile de Máscaras”, de Verdi.
Além de cantora e actriz, foi também escultora, ceramista, pintora, arquitecta, floricultora e falava fluentemente sete línguas.
Apaixonou-se por D.Fernando II aos 24 anos tendo casado em 1869, no Palácio de Benfica. Mais tarde recebeu o título de Condessa de Edla.
A este casal se deve o actual Património da Serra de Sintra – O Chalet com jardim romântico, o Castelo dos Mouros, o Palácio da Pena e o Parque.
O Chalet da Condessa d’Edla
D. Fernando II e sua esposa Condessa d’Edla, de seu nome Elise Hensler, foram, como atrás se disse, os construtores do Património edificado em Sintra, que nos dia de hoje é motivo de grande admiração por parte dos visitantes nacionais e estrangeiros.
O Chalet tem um jardim romântico, com flores e árvores de várias espécies, de uma beleza extraordinária. Localiza-se a poente do Palácio da Pena, tendo sido a Condessa a autora do desenho do edifício – a planta é rigorosamente simétrica, sendo rectangular no rés do chão e cruciforme no 1º. Andar. O exterior em alvenaria, imita tábuas de madeira encavalitadas.
No seu interior salientamos a cozinha, a escadaria de corrimão com torneados arábicos, o quarto da Condessa no 1º. Andar com uma pintura que imita renda, com fundo azul anil e a Sala das Heras.
O Jardim apresenta um magnifico caramanchão, carvalhos americanos, abetos, vale fértil da Feteira da Condessa, fetos arbóreos da Austrália e Nova Zelandia, criptomérias japonesas, canteiros de tufos de begónias, ciprestes do Buçaco e jardim de Joina e lagos.
Quando D. Fernando morre deixa à Condessa, em testamento, o Palácio da Pena, o Castelo dos Mouros e o Chalet. Após algumas mudanças de mãos, pertence actualmente ao Ministério da Agricultura.
A Condessa está sepultada no cemitério dos Prazeres, ornamentado com pedras vindas da Serra de Sintra.

25/05/2014

A visita à Assembleia da República.



No passado dia 21 de Abril, foi efectuada a Visita à Assembleia da Republica, no âmbito da disciplina da História de Portugal.
Todos sabemos onde é a Assembleia da República, para que serve, quem a usa e o que lá se decide. Todos sabemos isto.
O que nem todos sabem são os factos históricos a ela associados e que foram criteriosamente  explanados no folheto que nos serviu de apoio, durante a visita que fizemos, elaborado pela prof.  de História de Portugal, Dra. Rita Sarreira.
E diz o referido folheto:
“MOSTEIRO DE SÃO BENTO
Em 1572 foi criado o Mosteiro Beneditino de Nossa Senhora da Estrela, em 1581 foi decidido construir novo mosteiro e para isso foram adquiridas duas Quintas a Antão Martins e aos herdeiros de Luis Atler de Andrade.
A construção de novo mosteiro em estilo maneirista e barroco iniciou-se em 1598, com autorização do Cardeal  D.Henrique, de acordo com o projecto de Baltazar Alvares.
Foi submetido a alterações devido a incêndios e ao terramoto de 1755.
Teve a partir de então ocupação diversa: Torre do Tombo, Prisão, Sede Patriarcal, Academia Militar, etc.
A decadência acentuou-se com as Invasões Francesas e Lutas Liberais; em 1802 tornou-se sede das Cortes Gerais da Nação; em 1834 com o fim das Obras a Ordem é extinta e tornou-se pertença do Estado; 1834 por decreto de D.Pedro IV e aí se instala o Parlamento; em 1895 foi reedificado por Ventura Terra em estilo neoclássico.
Teve várias denominações: Palácio das Cortes (1834-1911); Palácio do Congresso (1911-1933); Palácio da Assembleia Nacional (1933-1974). Em meados do séc. XX passou a utilizar a designação de Palácio de S.Bento, em memória do antigo convento.
Na fachada apresenta; rés do chão e 3 andares, dinamizados por frontões alternadamente triangulares e semicirculares no andar nobre, janelas quadradas simples no 2º. Andar, janelas rectangulares verticais no 1º. Andar e janelas horizontais no rés-do-chão.
Em 1941 é feita a escadaria com quatro estátuas sobre pedestal (Jurisprudência, Força, Justiça e Prudência).
O tímpano foi decorado Adolfo Simões Junior. Ao centro está a PÁTRIA entronizada, identificada com a expressão OMNIA PRO PATRIA (todos pela Pátria), ladeada de 18 figuras representando entre outras a Industria e o Comércio.
Apresenta uma arcada em volta perfeita com dupla inscrição da Palavra LEX – alusão à função da Assembleia, obedecendo à lógica do Estado Novo.
É composta por algumas das seguintes zonas:
ATRIO – Teria sido o local da primitiva Igreja
GALERIA – Destaque para 2 tripticos (quadros pintados em três panos) das Cortes de Leiria e Corporação do século XV.
SALA DOS PASSOS PERDIDOS – Dá acesso à sala de sessões
SALAS DAS SESSÕES DA CÂMARA DE DEPUTADOS (1903) – Onde se efectuam as sessões actuais
SALA DO SENADO (1897) – antiga câmara alta serve hoje para reuniões de grupos parlamentares, conferencias, comissões, etc
SALÃO NOBRE – Decorado com sete frescos sobre os Descobrimentos.
BIBLIOTECA – Especializada no apoio aos funcionários e deputados.
JARDIM – Comunica com o Palácio de S.Bento, hoje residência do primeiro-ministro.

De realçar que em 1937 o palácio foi expropriado pelo Estado e o Dr. Oliveira Salazar, depois de fazer obras, ocupou a casa em Maio de 1938 e inaugurou-a em Abril de 1939, tendo sido feita uma escada de ligação à Assembleia da República…”