06/03/2026

Encontro de Poesia das Universidades Seniores do Oeste - Benedita


 

5 de Junho – Missa de Aniversário

Pedimos colaboração aos interessados para no dia 5 de Junho colaborarem nos cânticos da missa (11h00 – na Igreja da Graça).

Para o efeito, devem fazer inscrição na secretaria da AUTITV até 5ª feira dia 12 de março.

A reunião, agendamento dos ensaios e entrega dos cânticos serão feitos posteriormente.

10/02/2026

Torneio de Jogos de Tabuleiro – Jogos Premiados - 19.03.2026


 

Roteiro Fotográfico HIPPOtrip - 13.03.2026


 

Aula Aberta_O Som e as Cores das Palavras - 17.03.2026

Assembleia Geral Ordinária_12.03.2026

 

Os sócios que pretendam analisar previamente os documentos a aprovar no ponto um da ordem de trabalhos: Apresentação e votação do Relatório e Contas do ano 2025 e Parecer do Conselho Fiscal, têm disponíveis para levantar, na secretaria da AUTITV, nos dias 10 e 11 de março, os cadernos da Assembleia com os documentos a aprovar.

Palestra_Desafios da Liderança - 6 de março de 2026

 

Actuação do grupo G70_Músicas do Brasil - 05.03.2026


 

Faleceu a sócia/aluna Maria José Ribeiro Fernandes Antunes Marcelino


É com enorme pesar que a AUTITV comunica o falecimento da sócia/aluna Maria José Ribeiro Fernandes Antunes Marcelino.

O corpo chega para velório às 18 horas do dia 10 de fevereiro à capela de São João - Torres Vedras.

Dia 11 de fevereiro, às 12 horas, realiza-se a missa de corpo presente na capela de São João seguindo-se o funeral para o crematório de Barcarena.

A Direção da AUTITV manifesta sentidas condolências à família.

09/01/2026

Palestra_1000 anos de música na Europa - 22 de janeiro


A AUTITV - Universidade Sénior de Torres Vedras recebe no próximo dia 22 de janeiro, pelas 15h, a 2ª parte da palestra “1000 anos de música na Europa”, orientada pelo Prof. José Menezes.
A iniciativa propõe uma viagem pela música europeia ao longo de um milénio, abordando diferentes períodos históricos, estilos e contextos sociais.
José Menezes é professor e músico, com um percurso dedicado ao ensino, investigação e divulgação da música com especial foco no jazz, tendo ensinado em vários cursos superiores e Universidades do País. Foi diretor da Escola de Jazz de Torres Vedras entre 2001 e 2009.

22/12/2025

18/11/2025

Original de Fernando Batista

Inspirado num conto de Walter Hugo Mãe analisado na aula de "Ler Con(m)vida"


04/11/2025

Assembleias Gerais Ordinárias_04.12.2025




Os sócios que pretendam analisar previamente os documentos a aprovar no ponto um da ordem de trabalhos - Apresentação e votação do Plano de Atividades e do Orçamento para 2026, têm disponíveis para levantar, na secretaria da AUTITV, nos dias 27 e 28 de novembro, os cadernos da Assembleia com os documentos a aprovar.

6º Encontro de grupos Corais em Grândola - 1 de novembro de 2025

No dia 1 de novembro de 2025, o grupo de Violas da AUTITV esteve presente no 6º Encontro de grupos Corais em Grândola. Além do grupo de Violas da AUTITV - Torres Vedras participaram As cantadeiras das Aldeias - Alcácer do Sal, o Grupo Coral Harmonia - Santiago do Cacém e o Grupo Coral Vozes de Grândola.

Satisfazendo o pedido que me foi feito, para que fizesse uma crítica ao desempenho do grupo de violas da AUTITV no passado dia 1 de Novembro em Grândola ,aqui deixo as minhas impressões. Avisando desde já que os meus conhecimentos musicais não passam para além de uma mera ouvinte,que apenas sabe distinguir o que lhe agrada ou não.

Sem querer pôr em causa o gosto musical de cada um, atrevo me a dizer que a atuação do nosso grupo, me proporcionou momentos de grande prazer musical. Com belíssimas interpretações quer no campo instrumental quer vocal. Estão de parabéns os nossos músicos.

Na minha modesta opinião houve 2 grupos que se destacaram ,um deles foi o da nossa AUTITV . Ate à próxima e bem hajam pelo esforço em prol do bom nome da AUTITV.

02/11/2025

Em 31 de Outubro de 2025 a AUTITV foi a Conímbriga e Coimbra



Foi neste dia, que a AUTITV foi a Conímbriga e Coimbra, numa proposta das professoras da disciplina de Cerâmica e Decoração Cerâmica.

Apesar da chuva intensa que se fez sentir ao longo do dia, contámos com a presença de 29 participantes.

No período da manhã, fomos ao Museu Nacional de Conímbriga, que se encontra em Condeixa-a-Velha, a 16km de Coimbra.

Devido às condições meteorológicas, não foi possível visitar todo o complexo das Ruínas de Conímbriga.

Assim, fomos acompanhados, em visita guiada, pelo senhor Miguel Pereira, que nos explicou a origem e evolução deste lugar, que foi habitado desde o final da Idade do Bronze e o inicio da Idade do Ferro (sécs. VIII a II AC).

Conímbriga foi um castro de origem Celta com grande importância comercial e social.

O seu nome quer dizer “lugar alto e rochoso” e “povoação fortificada” e tem origem na tribo Conii que aqui se instalou.

Foi, mais tarde, romanizada com a chegada dos Romanos à Península Ibérica no séc. I a.C., no tempo do Imperador Augusto, tornando-se numa Circunscrição Administrativa da Lusitânia.

A sua importância perdurou durante o Império Romano, até ao século II d.C.

Entretanto, com a invasão dos povos Bárbaros, os Alanos, Vândalos e Suevos, os cidadãos de Conímbriga decidiram construir uma segunda linha de defesa, no séc III dC. Não havendo pedras suficientes para a construção desta muralha, resolveram demolir a parte externa da malha urbana. Assim, casas, monumentos e estátuas foram destruídos e a sua pedra reutilizada para se erguer a nova muralha.

Mais tarde, aqueles que conseguiram fugiram para Aeminium (actual Coimbra).

Os Suevos invadiram e tomaram posse de Conímbriga, tendo saqueado e escravizado os seus habitantes.

No séc. VI, Conímbriga torna-se sede episcopal durante a monarquia visigótica, sendo mais tarde, abandonada e as suas funções, bem como o seu bispo, transferidos para Aeminium.

No exterior, pudemos apreciar os vestígios da presença romana, as suas muralhas, o aqueduto e o que resta da Casa dos Repuxos, casa de peristilo central com lago ajardinado e repuxos e belíssimos mosaicos que representam temas mitológicos, cenas de caça e do dia-a-dia.

Terminámos a manhã com um almoço no restaurante do museu, o Banquete Romano. Apesar da longa espera, foi muito apreciado por todos, em alegre convívio, o que compensou pela água que São Pedro, tão generosamente, nos regou.

A seguir a este generoso repasto, dirigimo-nos a Coimbra, para fazermos a visita ao Criptopórtico do Museu Nacional Machado de Castro e a Capela Real, e a Biblioteca da Universidade de Coimbra.



COIMBRA

Coimbra ou Aeminium, é uma antiga cidade romana que, depois da decadência de Conímbriga, se tornou importante. Foi um importante entreposto comercial e a residência de D. Henrique e D. Teresa, tendo aqui nascido D. Afonso Henriques, o primeiro rei de Portugal.

A importância de Coimbra manteve-se inalterada até aos dias de hoje, transformando-se na Cidade Universitária e do Conhecimento.

Um dos vestígios mais antigos de Aeminium, o Criptopórtico, data da época romana, séc. I, altura em que foi fundada por ordem e proteção de Conímbriga.

O Criptopórtico de Aeminium, foi construído para vencer o desnível do terreno e suportar a construção do Fórum da cidade onde se instalou a sede da vida política, administrativa e religiosa de Aeminium, a Coimbra romana.

Na Idade Média, séc. XI ou XII, o fórum foi substituído pelo Palácio Episcopal da cidade, e no séc. XX foi convertido no Museu Nacional Machado de Castro.

MUSEU NACIONAL MACHADO DE CASTRO

O Museu Nacional Machado de Castro é um dos mais importantes museus de Belas-Artes de Portugal. O seu nome é uma homenagem ao destacado escultor conimbricense Machado de Castro. Este é, essencialmente, um museu de arte sacra com proveniência regional. O seu espólio inclui importantes núcleos de escultura, pintura e Artes Decorativas.

Este núcleo museológico é composto pelo:

– Edifício do antigo Paço Episcopal – está classificado como Monumento Nacional desde 1910 e, está integrado desde 2013 na área classificada pela Unesco como Património Mundial da Humanidade da Universidade de Coimbra – Alta e Sofia.

– O Edifício Novo – projetado por Gonçalo Byrne e inaugurado em 2012.Trata-se de um amplo edifício que se articula com o Criptopórtico e com os espaços do antigo Paço Episcopal e acolhe grande parte da coleção do museu (escultura, pintura, ourivesaria, etc.), e inclui ainda novas zonas de entrada e uma cafetaria/restaurante com esplanada exterior. Este edifício mereceu a atribuição do prémio Piranesi/Prix de Rome 2014, devido à sua qualidade arquitectónica, na reconversão do Museu Nacional de Machado de Castro.

– E, o Criptopórtico romano – construído em meados do séc I, para sustentar o Fórum. Este Criptopórtico apresenta-se em dois andares e possui uma vasta rede de galerias e espaços comunicantes, razão pela qual faz parte do percurso de visita ao museu, constituindo um dos seus mais importantes atractivos.

O espaço do Museu Machado de Castro dedica-se também a projectos de investigação e à conservação e restauro de obras de arte e de vestígios arqueológicos.

Na nossa visita ao Criptopórtico pudemos apreciar, além das galerias subterrâneas, alguns retratos de figuras importantes da sociedade romana da época, entre os quais Trajano, séc. I - séc. II, Agripina-a-Antiga, séc. I e o Retrato de Lívia séc. I.



Patricia Ballu

Dezembro 2025



Viagem a Coimbra



Subir ou descer as ruas do "Centro histórico de Coimbra", num dia chuvoso e ventoso, não é coisa fácil. Num dia assim, lá fomos para a zona alta da cidade, envolvida pela "Universidade de Coimbra" (outrora "Paço Real de Portugal"): uma das universidades mais antigas do mundo (fundada em 1290 no reinado de D. Dinis), e ainda em funcionamento com mais de 25 000 alunos.

Iniciámos a visita a uma parte deste complexo - "Capela de S. Miguel" e "Biblioteca Joanina", com a orientação de um guia. Assim...

A "Capela de S. Miguel", um exemplo notável da arte romana portuguesa, foi mandada construir, no século XII, durante o reinado de D. Afonso Henriques, e sendo usada como oratório privativo do antigo "Paço Real". Com uma fachada simples mas elegante, esta capela impressiona pelo seu interior ricamente decorado com frescos medievais. A decoração atual resulta de trabalhos realizados, maioritariamente nos séculos XVII e XVIII. Neste espaço sumptuoso e harmonioso, destacam-se: os tetos; o revestimento, azulejar de padronagem azul e branca, de grande parte da nave da capela; o retábulo com o altar-mor ornamentado a talha dourada; o sacrário; o púlpito (utilizado pelo P. António Vieira em 1673 para proferir o sermão a Santa Catarina; a tribuna real; e o órgão barroco, com caixa decorada com motivos chineses semelhantes aos das estantes da "Biblioteca Joanina" (1737), e com mais de 2000 tubos e que ainda hoje funciona.

É nesta capela que se realizam, ainda hoje, cerimónias oficiais e os casamentos dos actuais e antigos estudantes, professores e funcionários da Universidade de Coimbra.

De seguida, fomos visitar a "Biblioteca Joanina". Visitar esta biblioteca é uma experiência única. É considerada uma das mais ricas bibliotecas barrocas da Europa. Deve o seu nome ao seu encomendador, o rei D. João V, que utilizou a riqueza proveniente do ouro e diamantes do Brasil para a sua construção. Mais que um repositório de livros, esta biblioteca guarda em si um verdadeiro tesouro histórico de cerca de 60 a 70 mil volumes, na sua grande maioria datados do século XVI ao século XVIII, representando o que de melhor se imprimiu na Europa nessa época. Trata-se de uma biblioteca esplendorosa dividida em três pisos, e cada um com a sua função e os seus segredos.

O percurso foi iniciado por um piso onde estava instalada a prisão académica, destinada exclusivamente à comunidade universitária em caso de delitos (como, por exemplo, copiar nos exames, adormecer nas aulas). O piso intermédio funcionou como apoio aos guardas da prisão académica e como depósito de livros. Neste piso destacam-se, nas pedras das arcadas, as pequenas marcas gravadas pelos canteiros, em jeito de "assinatura".

O terceiro piso, o piso nobre, é o coração da "Biblioteca Joanina", onde a ostentação de um barroco tardio atinge o seu auge. É um piso composto por três salões, ricamente decorados e alinhados como se se tratasse das naves de uma basílica. Os tetos são abobadados e ricamente pintados, e as paredes estão forradas de estantes com livros. Estas estantes, de dois andares e madeira de carvalho, são decoradas com folhas de ouro. Ao fundo do último salão, encontramos uma pintura imponente com a figura de D. João V. Toda a biblioteca e a sua rica ornamentação foi feita com uma profusão de madeiras nobres que se mantém até aos dias de hoje.

Quando saímos, as mesas já ficaram protegidas com toalhas de cabedal para os visitantes da noite, os morcegos guardiões alados da biblioteca, fazerem o seu banquete.

Após a saída da biblioteca, um grupinho de cerca de oito audazes, ainda se aventuraram a percorrer algumas ruelas com o intuito de visitar a "Sé Velha de Coimbra", que é um dos monumentos mais emblemáticos da arquitetura romana da cidade de Coimbra. Todos ficaram impressionados com a grandiosidade do espaço e a beleza das colunas e arcos românicos. A luz (que entra pelas janelas) cria um ambiente solene acolhedor, perfeito para a reflexão e para a contemplação. A "Sé", um edifício de três naves e cabeceira tripartida, é um local de culto desde o século XII. A sua construção começou no reinado de D. Afonso Henriques, quando este se declarou rei de Portugal e escolheu Coimbra como capital do reino. É a única catedral portuguesa construída na época da "Reconquista", cuja estrutura chegou intacta até à actualidade. Foi uma visita rápida, de cerca de vinte minutos, porque era tempo de fazermos a caminho de regresso até junto dos que nos aguardavam dentro da camioneta para regressar a Torres Vedras.

Chegamos a Torres Vedras pelas 20 horas e 30 minutos.


As professoras de Cerâmica, Conceição Anes e Patricia Ballu

31/10/2025

Palestra_Uma viagem na Mongólia no Inverno_Miguel Peixoto - 28 de novembro de 2025


 

Palestra_1000 anos de música na Europa _Prof. José Menezes - 27 de novembro de 2025



 

Palestra_Gestão de Dor e Luto - 21 de novembro de 2025


 

Palestra sobre o Envelhecimento Ativo e Saudável - 30 de outubro de 2025

Realizou-se no dia 30 de outubro de 2025 uma palestra sobre o Envelhecimento Ativo e Saudável que teve como orador o professor João Amorim.

Num mundo onde a esperança de vida continua a aumentar, falar sobre como viver mais anos com qualidade torna-se cada vez mais relevante. Neste contexto, realizou-se uma inspiradora palestra sobre envelhecimento ativo e saudável, orientada pelo professor João Amorim, que reuniu participantes interessados em compreender melhor como cuidar do corpo e da mente ao longo da vida.

Durante a sua intervenção, o professor João Amorim destacou que envelhecer não significa perder capacidades, mas sim adaptar-se às mudanças com uma atitude positiva e proativa. Sublinhou a importância de três pilares fundamentais: a prática regular de atividade física, a estimulação cognitiva e o bem-estar emocional.

Um dos pontos mais relevantes da palestra foi a abordagem ao exercício físico. Segundo explicou, não é necessário recorrer a atividades intensas, mas sim manter uma rotina consistente que inclua movimento diário, como caminhar, praticar ioga ou realizar exercícios de força adequados à idade.

Além disso, foi enfatizada a importância de manter a mente ativa. Ler, aprender novas competências ou participar em atividades sociais são hábitos essenciais para prevenir o declínio cognitivo e promover uma vida mais plena.

O professor João Amorim destacou ainda o valor das relações sociais e do apoio emocional. Sentir-se acompanhado, integrar comunidades e manter laços afetivos fortes contribui significativamente para a saúde geral e para a felicidade.

A palestra terminou com uma mensagem clara: o envelhecimento ativo é uma escolha que começa muito antes da velhice. Adotar hábitos saudáveis hoje é investir num futuro com mais autonomia, vitalidade e bem-estar.


Sem dúvida, tratou-se de uma sessão enriquecedora que deixou os participantes motivados a cuidar de si mesmos e a encarar o passar do tempo com otimismo e responsabilidade.

26/10/2025

VISITA AO MUSEU ARQUOLÓGICO DE S. MIGUEL DE ODRINHAS

Começámos a visita pelos vestígios da vila romana , localizada na área, cerca dos anos 30 a. C, que terá recebido do Imperador Augusto o estatuto que lhe permitiu a integração no Império Romano. Estas são as ruinas.




Depois dirigimo-nos para uma cripta, onde se encontram três túmulos etruscos, trazidos para Portugal, em1866, por Francis Cook (rico comerciante britânico) para a sua quinta de Monserrate.


De seguida visitámos as salas onde pudemos observar duas áreas a Seção Epigráfica e a Seção Arqueológica.


Nestas salas de um lado e de outro, em planos horizontais jazem tampos de sepultura muitos deles marcados pela cruz e inscrições cristãs que ondeiam de lado a lado co epitáfios pagãos.

Nas paredes disseminam-se pedras de cabeceiras discoides e retangulares, exibindo toscas cruzes e enigmáticos pentagramas, provenientes das necrópoles rurais de São João das Lampas e um número muito diminuto de Sintra e seu Termo.


Maria Rita Sarreira