23/01/2023

Tertúlia_Viagens de Sonho, a viagem começa quando a pensamos - 20 de janeiro

Eram três horas da tarde quando transpus a porta da AUTITV, o céu estava cinzento e caía uma chuva miudinha, um tempo que daria para dormir, ou talvez para estar aborrecido, mas na AUTITV, nunca há dias cinzentos!...

E dou comigo numa sala a fazer parte duma Tertúlia, onde se falava de viagens, mais propriamente, «VIAGENS DE SONHO».

A sala estava cheia e o mentor da tertúlia, professor Moedas Duarte, ia falando deste assunto, nomeando vários livros onde se descrevem viagens.

Também várias pessoas nomearam livros e autores, chegando algumas a contar aventuras vividas nessas viagens.

Foi na verdade uma tarde que valeu a pena, e eu, agradeço à AUTITV e a todos os colaboradores, mais estes momentos de bem estar.


O meu agradecimento também para o professor Moedas Duarte.

Bem Hajam

Maria Helena Leonardo

20/01/2023

Janeiras

Cumprindo a tradição, no dia 5 de janeiro deste ano (2023), a AUTITV foi cantar as Janeiras na Câmara Municipal de Torres Vedras, perante a Vice-Presidente, respetivos vereadores e público, uma vez que a Sr.ª Presidente estava ausente em serviço.


Actuou em primeiro lugar o grupo de Cavaquinhos da AUTITV, acompanhado por um Coro de alunos da escola Padre Vítor Melícias, com um dos alunos a actuar como solista.


Logo de seguida, foi a vez da Tuna da AUTITV deliciar os presentes com a sua atuação. Seguiu-se a degustação de bolo rei e vinho do porto, simpática oferta da Câmara Municipal.


No dia 6 de janeiro, desta vez no Mercado Municipal, actuou o Coro da AUTITV, perante a Senhora Presidente da Câmara, respetivos vereadores e público.

Foram momentos de alegria bem passados que, obviamente se repetirão nos anos vindouros, cumprindo a tradição.

Bem hajam a Câmara Municipal, a AUTITV e o público da nossa bela cidade.

Helena Carronda

18/01/2023

CASA MUSEU Dr. JAIME UMBELINO

CASA MUSEU Dr. JAIME UMBELINO (visita efetuada no âmbito da disciplina de História Local , pela Professora Maria Rita Sarreira)



A “Casa Museu” fica situada, no centro da Foz do Arelho, na rua da Igreja da Foz, chama-se também “Casa do Arco”.

Aqui nasceu o Dr. Jaime Umbelino a 5 de Março de 1916. Tinha quatro anos quando veio com a família para Torres Vedras, onde viveu sempre, tornando-se torriense.

Aos 19 anos iniciou a sua carreira de escriturário na Conservatória do Registo Civil de Torres Vedras.

Apesar da sua responsabilidade familiar e dos compromissos profissionais licenciou – se em Filologia Românica, na Faculdade de Letras de Universidade de Lisboa.

Passou então, a dedicar-se ao ensino liceal e técnico. Como responsável pedagogo e profundo conhecedor da Língua Portuguesa instruiu muitíssimos alunos de toda a região.

Foi um dos fundadores do Jornal “Badaladas” a par do Pe. Joaquim Maria de Sousa e Diretor do Jornal do Torriense. Dirigiu a Biblioteca de Torres Vedras e participou muito ativamente em diversas obras de carater social e assistencial. Tem diversas obras publicadas.

Jaime Umbelino (1916-2007) em testamento, datado do ano de 2006, deixou a sua casa de família à Junta de Freguesia da Foz do Arelho, com a indicação de que a mesma fosse transformada em Museu.

Foi uma atitude muito acertada, porque Casas-Museu (ou Museu-Casa) são relevantes para a comunidade, como preservação e divulgação de uma determinada época, através da mostra de objetos, devido à arquitetura original do imóvel e, da manutenção de todo um ambiente em que o morador, bem como a sua família, viveram.

Possui um jardim interior, dois anexos, arrecadações e logradouro, que nos oferece um olhar histórico sobre as vivências e os costumes do séc. XX.

Terminada a visita, fizemos um pequeno passeio até à Casa das Conchas.

Além de sermos sempre acompanhados pela beleza e o encanto da Foz, pudemos ver na colina as instalações do INATEL, próximo ao local onde esteve situado o Chalet de Francisco Grandella (1853 -1934), passámos junto à Capela de Santa Matilde, à Escola Primária da Foz de Arelho, mandada construir por Grandella, inaugurada em 1910, com o nome do republicano Bernardino Machado e ainda hoje a funcionar, e ao Palacete do Visconde Almeida Araújo, obra acabada em 1904, que mantém o “ charme de chalet” construído no início do século passado.

Para finalizar visitámos a Casa das Conchas





Situada na Casa dos Barcos, na Avenida do Mar, tem cerca de 1000 espécies de conchas e búzios e dá especial atenção à fauna malacológica da Lagoa de Óbidos.







Maria Rita Sarreira

Visita ao Borboletário Tropical e Museu Ibérico de Arqueologia e Arte

A professora de História de Portugal, Maria Rita Sarreira, no dia 16 de novembro de 2022, foi com os seus alunos visitar o Borboletário Tropical , em Constância, que está inserido no Parque Ambiental de Santa Margarida e, o Museu Ibérico de Arqueologia e Arte, em Abrantes.

Após uma viagem, de início um pouco sonolenta, um pequeno almoço na auto- estrada de serviço de Santarém, que nos despertou, chegávamos ao Borboletário Tropical.

As Guias que nos atenderam, numa pequena sala, deram –nos uma explicação sobre o ciclo de vida das borboletas.

De seguida, ao conviver com estes animais, começámos por pô-los em movimento com o barulho dos flaches das máquinas fotográficas e, eles interagiram connosco em “danças rodopiantes”.

Pudemos observar a chamada “ maternidade” com as crisálidas suspensas e algumas pequenas borboletas que começavam a nascer.



Em volta, num ambiente arborizado, as borboletas continuavam ao mais pequeno barulho a abrir as suas asas e deliciar –nos com as maravilhosas cores e…o barulho dos flashes não parava. Foram momentos inesquecíveis…


Eis as borboletas que nos encantaram !!!

A caminho de Abrantes, parámos para um almoço. Estava na hora… Viveram-se momentos de agradável convívio.

Chagados a Abrantes, dirigimo – nos ao Convento de S. Domingos, monumento edificado no séc. XVI, reabilitado para funções museológicas. Aqui está sediado o Museu Ibérico de Arqueologia e Arte (MIAA).


Formámos dois grupos e, com os guias percorremos as exposições permanentes, organizadas em oito núcleos, que nos permitiram revisitar múltiplas culturas e civilizações desde a Pré – História à Época Contemporânea. As explicações foram óptimas e pudemos ter contato com um espólio que se situa entre as duas linhas da costa portuguesa: a atlântica e a mediterrânica.



O Museu deu-nos ainda a conhecer a Pintura Naturalista de Maria Lucília Moita (1928 -2011) e obras da Coleção de Arte Contemporânea de Figueiredo Ribeiro.







 




Maria Rita Sarreira

17/01/2023

Visita guiada ao Museu do Tesouro Real e Palácio Nacional da Ajuda - 2 de março




 

Carnaval na AUTITV - 16 de fevereiro

 




Fábrica das Histórias - Casa Jaime Umbelino


Chegámos a uma casa de fachada simples e simétrica do sec. XVIII.

Ao entrarmos, subimos alguns degraus de pedra ladeados por corrimãos de madeira trabalhados, que nos levam ao primeiro andar da casa que um dia foi de Jaime Umbelino, um professor colecionador de peças de várias qualidades. 

Neste primeiro andar, vemos as diversas divisões da casa, ao fundo a cozinha que mantem os azulejos originais (hoje a recepção), que dá acesso a um pequeno quintal onde perdura a roda de puxar a água do poço subterrâneo.

A um cantinho à direita, temos "A Alma da Casa" onde vemos várias fotos de algumas peças do seu espólio. Nas diversas divisões temos a Exposição sobre Ciclismo, com bicicletas, peças de bicicletas a que são atribuídos significados que encaixam na nossa vida e uma exposição de pinturas de um concurso a nível mundial, precisamente sobre o ciclismo, e que é particularmente interessante e nos dá uma visão completamente diferente sobre o ciclismo.

Ciclismo? Que tem de interessante?

Pois tem; desde ser o meio de transporte que sucede à tracção animal mas destinada aos homens e apenas mais tarde permitida às mulheres o que nos mostra uma certa forma de emancipação.

A exposição não podia deixar de focar o "nosso" campeão Joaquim Agostinho, campeão da terra.

No andar de baixo funciona um e
spaço multiusos, onde se desenvolvem diversas atividades sempre relacionadas  com histórias que todos temos nas nossas vidas.

Porquê Fábrica de Histórias? Porque aqui se constroem obras feitas de palavras, memórias, ideias, imagens... e há sempre espaço para poder continuar a contar novas histórias.

Saliento a valorização da explicação da Dr.ª Joana Maia que nos recebeu e acompanhou bem como, devido ao tema da exposição, da neta do campeão, Rita Agostinho.

Vale a pena a visita!

GC     


12/01/2023

Um Natal cheio de Graça


A nossa festa de Natal ocorreu em clima de grande animação, com uma vasta plateia que, com curiosidade, aguardava o início dos festejos.

Se na plateia era grande a azáfama para arranjar um lugar e juntar os amigos ao nosso lado, no palco os nossos artistas aguardavam com entusiasmo o início da apresentação do trabalho que laboriosamente haviam preparado nos últimos tempos.



As pancadas de Molière deram início ao teatro, com a apresentação do grupo de teatro que nos presenteou com um texto simples e inédito, mas muito divertido, que nos levou às gargalhadas, acompanhado de breves apontamentos musicais tocados a rigor.


Seguiu-se uma animada apresentação de dança que acompanhámos com gosto, e a que voltaríamos depois da actuação do nosso grupo musical que nos brindou com magníficos cantares tradicionais.


Foi uma festa muito bonita, que decorreu em clima de grande animação, pensada e executada por pessoas que, generosamente, se predispuseram a fazer tudo para nos divertir, com o objectivo de assinalar uma época de união fraternal, de uma forma alegre, bonita e muito divertida.

Filomena  Rodrigues

Andiamo al Cinema! "Il mattatore" - 09.02.2023


 

20/12/2022

O nosso almoço de Natal / 2022

Dia chuvoso e frio, no entanto, toda a gente chegava ao restaurante sem notar que o tempo estava adverso.  




As mesas para a degustação estavam repletas de "acepipes" que só de olhar crescia água na boca. 



A sala principal acolhia-nos com um ambiente simpático, as mesas redondas e bem decoradas, sugeriam um almoço a combinar com o modelo.

Na realidade tudo correu muito bem, quer na questão do "comes e bebes", quer ainda no tocante à apresentação da "Tuna", do "Combo" e do "Grupo de Violas".

No discurso de um dos convidados, na pessoa da Dr.ª Ana Umbelino, trouxe-nos a esperança de que o problema das futuras instalações da "AUTITV" poderá num futuro próximo ser uma realidade. 

Assim o esperamos !

Que para o período das aulas 2023/2024 , possamos estar a desfrutar de uma nova "Casa". 

Bem hajam !    

Dulce Geraldes 

19/12/2022

MUSEU da CERÂMICA e CENCAL – Caldas da Rainha

No âmbito das disciplinas da Cerâmica e Decoração em Cerâmica da AUTITV, realizámos no dia 15 de Dezembro, uma visita de estudo às Caldas da Rainha, cidade virada para as Artes e a Cerâmica em particular, tendo como objectivo, o de dar a conhecer o Museu da Cerâmica e o CENCAL.

Com 21 participantes, começámos por visitar o CENCAL - Centro Profissional para a Indústria Cerâmica, instituição de renome nacional e internacional, que dá formação na área da indústria cerâmica portuguesa a jovens e adultos, vindos de todo o país e do estrangeiro.

Os participantes nesta visita tiveram a oportunidade de conhecer este centro, onde se realizam formações anuais, tais como Cerâmica Criativa e formações de curta duração em áreas ligadas à produção cerâmica, tais como a Modelação, Pintura e Decoração em Cerâmica e Azulejos e a Cerâmica Criativa.

Visitámos as instala
ções do CENCAL, onde estão recriadas as condições de um circuito normal de uma fábrica ou indústria de cerâmica, onde os formandos têm a possibilidade de aprender desde a preparação do barro, a Olaria de Roda, Modelação Cerâmica, criação de Madres e Moldes de gesso, Pintura cerâmica e de Azulejos e Cozedura das peças executadas.


De seguida dirigimo-nos ao Museu da Cerâmica, onde fomos recebidos pelo Sr. Henriques que nos proporcionou uma visita guiada ao museu, que se encontra instalado no Palacete da Quinta Visconde de Sacavém.

O grupo da AUTITV pôde apreciar o importante acervo museológico de cerâmica regional, nacional e internacional, que este museu, criado em 1983, alberga no seu edifício principal.

O Museu da Cerâmica tem a sua Exposição Permanente instalada no edifício do Palacete. E é composta por Cerâmica nas diversas vertentes: Popular - com loiça utilitária; Decorativa - com um rico acervo de Azulejos, que decoram o interior do edifício e os jardins do museu, e que remontam ao séc. XVI, até à actualidade; e a vertente Artística - com peças escultóricas em cerâmica de rara beleza.

Aí, encontramos obras de autores conhecidos, que vão desde a Maria dos Cacos a Manuel Mafra, Rafael Bordalo Pinheiro e o seu filho Manuel Gustavo Bordalo Pinheiro, Costa Motta Sobrinho, Francisco Elias, Júlio Pomar, Herculano Elias, João Cutileiro, Cargaleiro, Armando Correia, Eduardo Constantino e muitos mais artistas da actualidade.

A decoração cerâmica do Palacete teve o contributo de Manuel Gustavo Bordalo Pinheiro, e do próprio Visconde de Sacavém, José Joaquim Pinto da Silva Sacavém.
Ainda tivemos oportunidade de visitar, no espaço das Exposições temporárias, a Exposição do CENCAL - Cerâmica Criativa 2021/2022, com os trabalhos dos formandos do curso de Cerâmica Criativa.

Patricia Ballu

CASA MUSEU Dr. JAIME UMBELINO (visita efetuada no âmbito da disciplina de História Local , pela Professora Maria Rita Sarreira)


A “Casa Museu” fica situada, no centro da Foz do Arelho, na rua da Igreja da Foz, chama – se também “Casa do Arco”.

Aqui nasceu o Dr. Jaime Umbelino a 5 de Março de 1916. Tinha quatro anos quando veio com a família para Torres Vedras, onde viveu sempre, tornando-se torriense.

Aos 19 anos iniciou a sua carreira de escriturário na Conservatória do Registo Civil de Torres Vedras.

Apesar da sua responsabilidade familiar e dos compromissos profissionais licenciou-se em Filologia Românica, na Faculdade de Letras de Universidade de Lisboa.

Passou então, a dedicar –se ao ensino liceal e técnico. Como responsável pedagogo e profundo conhecedor da Língua Portuguesa instruiu muitíssimos alunos de toda a região.

Foi um dos fundadores do Jornal “Badaladas” a par do Pe. Joaquim Maria de Sousa e Diretor do Jornal do Torriense. Dirigiu a Biblioteca de Torres Vedras e participou muito ativamente em diversas obras de carater social e assistencial. Tem diversas obras publicadas.

Jaime Umbelino (1916-2007) em testamento, datado do ano de 2006, deixou a sua casa de família à Junta de Freguesia da Foz do Arelho, com a indicação de que a mesma fosse transformada em Museu.

Foi uma atitude muito acertada, porque Casas-Museu (ou Museu-Casa) são relevantes para a comunidade, como preservação e divulgação de uma determinada época, através da mostra de objetos, devido à arquitetura original do imóvel e, da manutenção de todo um ambiente em que o morador, bem como a sua família, viveram.

Possui um jardim interior, dois anexos, arrecadações e logradouro, que nos oferece um olhar histórico sobre as vivências e os costumes do séc. XX. 

Terminada a visita, fizemos um pequeno passeio até à Casa das Conchas.

Além de sermos sempre acompanhados pela beleza e o encanto da Foz, pudemos ver na colina as instalações do INATEL, próximo ao local onde esteve situado o Chalet de Francisco Grandella (1853 -1934), passámos junto à Capela de Santa Matilde, à Escola Primária da Foz de Arelho, mandada construir por Grandella, inaugurada em 1910, com o nome do republicano Bernardino Machado e ainda hoje a funcionar, e ao Palacete do Visconde Almeida Araújo, obra acabada em 1904, que mantém o “ charme de chalet” construído no início do século passado.

Para finalizar visitámos a Casa das Conchas
Situada na Casa dos Barcos, na Avenida do Mar, tem cerca de 1000 espécies de conchas e búzios e dá especial atenção à fauna malacológica da Lagoa de Óbidos.

Maria Rita Sarreira

13/12/2022

Boas festas


Férias de Natal - 19 de dezembro a 3 de janeiro, inclusive