23/11/2019

Workshop de Biografia

Realizou-se, no dia 21 de novembro, pelas 15 horas, um Workshop de Biografia, orientado pela professora de Biodança, Virgínia Silva. Segundo Freidrich Ruccket “Em cada um vive uma imagem, daquele que deve vir a ser. Enquanto ele não a realiza, não alcança a sua paz.”. A sessão iniciou-se com a apresentação individual de cada um dos presentes e a divulgação dos motivos e perspetivas que levaram à inscrição nesta atividade.
Passámos, depois, à parte prática e lúdica onde, passo a passo, a professora conduziu cada um dos participantes, a fazer uma caminhada interior, começando por levá-los a pensar e seguidamente a desenhar e pintar, numa folha de papel, dividida em quatro partes, onde cada um, se identificava com um mineral, um animal, uma planta e, por último, num ou mais elementos da natureza.
Seguidamente, foi entregue uma folha com a “Roda da Vida”, onde cada um , de 1 a 10, fez a avaliação do seu nível de satisfação atual, em cada uma das áreas da sua vida.
Passámos, depois para as melhores recordações de três fases importantes que marcam o percurso da nossa vida – do nascimento à maioridade: ”O mundo é bom" -1ºsepténio: 0-7 anos; “O mundo é belo”- 2ºsepténio: 7-14 anos e “O mundo é verdadeiro”- 3ºsepténio: 14-21 anos, que nos ajudaram na compreensão e reflexão desses momentos no desenvolvimento da nossa vida.
Foi uma tarde muito interessante e enriquecedora que nos forneceu algumas ferramentas para aplicarmos na nossa vida. Nos tempos frenéticos que estamos a viver, é preciso parar e refletir, assim como, termos tempo para o silêncio. Saímos todos mais ricos interiormente.

Maria Antónia Alves

19/11/2019

Almoço de Natal 2019


Palestra - Alguns aspectos de Torres Vedras durante o antigo regime


No passado dia 14 de Novembro, teve lugar na sede Autitv, uma palestra sobre o tema “Alguns aspectos de Torres Vedras e da sua sociedade durante o Antigo Regime”, a cargo do Dr. João Flores Nunes da Cunha, que muito tem investigado e estudado sobre a vida e a sociedade torriense.

A sua exposição entusiasmou desde o início, pelo grande interesse que desde logo despertou em todos os que se propuseram ouvir atentamente a forma pormenorizada como apresentou esse período da História de Torres Vedras, que vai desde o Século XVI ao Século XVIII, referindo-se às suas características ao nível político (pelo Absolutismo), ao nível económico (pelo Mercantilismo) e, finalmente, no que à sociedade diz respeito (pela divisão em Ordens).
O orador realçou a forma como ao longo dos tempos tem conduzido os seus trabalhos de investigação, os quais foram iniciados pela genealogia e posteriormente por muitas pesquisas, quer na Torre do Tombo e nos Arquivos de Torres Vedras, quer nos Registos Paroquiais, referindo-se em particular à consulta de Trabalhos do Padre Félix Lopes.
Dos vários assuntos expostos deu destaque às “Portas da Várzea, Santana e Corredoura”; à vontade de D. João III na instalação de uma Universidade em Torres Vedras; ao facto de a Igreja de Na. Sra. Do Amial ser anterior à fundação da nacionalidade; às freguesias que então existiam: Santa Maria, S. Miguel, Santiago e S. Pedro e às colegiadas que eram compostas por um Prior, nomeado pelo Rei e por 10 padres, os quais recebiam uma ração mensal e que por tal motivo eram chamados de raçoeiros.
Relativamente à população existente e à forma como se encontrava distribuída, referiu que, no ano 1309, haveria cerca de 7.000/8.000 pessoas no concelho de Torres Vedras (2.000 habitantes na vila) e, no ano de 1820, cerca de 22.000 pessoas no concelho (4.000 habitantes na vila), sendo que a sociedade era, naquela época, composta por Nobres, Oficiais (ofícios) e Povo.
A finalizar o Dr. João Flores Nunes da Cunha realçou ainda os seguintes factos: que o primeiro Foral de Torres Vedras foi concedido por D. Afonso III; que a Santa Casa da Misericórdia tinha um numero clausulos até 120 irmãos, sendo que o Provedor, Secretário e Tesoureiro eram voluntários; e que, no princípio do século XIX, em Torres Vedras, havia 98 padres no clero secular e 51 frades.

Foi uma interessante palestra sobre a sociedade torriense durante um período já tão longínquo da actualidade, mas que a todos enriqueceu culturalmente.

(Leandro Guedes)



Museu de São Roque e Convento de São Pedro de Alcântara


Pelos trilhos da Literatura fomos até Lisboa, atrás de Poesia/História, programa cultural da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, centrado no Museu de S. Roque e no Convento de S. Pedro de Alcântara.
A estátua de S. Roque surpreendeu-nos logo à entrada. 
Reza a história que sobreviveu miraculosamente ao terramoto de 1755 merecendo lugar cimeiro no átrio da entrada do Museu com a sua designação e, protetor do pobre e do doente, é o Patrono da Misericórdia de Lisboa, fundada por D. Leonor, destinada a essa população desprotegida. 
À pintura, estatuária e demais objetos expostos pelos corredores e salas do Museu é acrescentada informação e declamação de poemas num enquadramento histórico-literário da época. Assim, tivemos o prazer de aplaudir e cumprimentar o simpático Camões após apresentação da Proposição de “Os LUSÍADES”; de ouvir a Marquesa de Alorna que, nobre, elegante, altiva e nostálgica, declamou um dos seus poemas, mostrando-se pouco interessada na aproximação à plebe e de, por fim, num esforço de procura pela Igreja, ouvir, das alturas do púlpito, a voz de Pessoa num mui breve apontamento ao Pe António Vieira porque, semblante vago e distante, «Cansa sentir quando se sente» como confessa o Poeta no seu “Cancioneiro”. 
Após pausa para almoço subimos até ao Convento S. Pedro de Alcântara onde nos foi dada uma lição da História daquele Património no que diz respeito à arquitetura e arte barroca, à difusão da cultura e do saber enquanto centro de formação na área do serviço social e do esino oficial até 2012, sob alçada das Irmãs da Apresentação de Maria, congregação francesa a investir no ensino das letras, do social e das artes (música, pintura) e também no conhecimento do latim necessário à prática do canto Gregoriano a que as Irmãs dão significativo destaque. 
O convento hoje, pertença da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, instala serviços diversos e é roteiro turístico da capital pela riqueza dos seus azulejos do sec. XVIII e alusivos à vida de S. Pedro de Alcântara; dos quadros e pintura mural com destaque para a das paredes e do teto da Igreja com o magnífico efeito de ilusão d`Ótica (“Trompe l`oeil”) e, por fim e não menos importante, dos encastrados de mármores nacionais policromáticos nas paredes da Capela dos Lencastres (MECENAS da Ordem dos Capuchinhos e aí sepultados), contrastando com a garrida pintura do teto. 
Esta capela, ao lado da Igreja e à direita da portaria do Convento, Peça Única da arquitetura nacional, é “A JÓIA” do valioso património do Convento de S. Pedro de Alcântara. 

Regressámos aquecidos pelo Sol, pela Cultura, pela Camaradagem e pela POESIA de UM “SANTO” DIA ao redor de SANTOS. 

                                                                                    (Odete Bento)



























14/11/2019

Apicultura




No dia 8, realizou-se na Autitv um colóquio com o tema "Muito mais do que o mel", na sequência de uma visita que professor e alunos da Oficina de Fotografia efectuaram à Tapada de Mafra, no dia 17 de Janeiro. 
A visita ao atelier de apicultura suscitou a vontade de saber mais sobre as abelhas e, o desafio foi então lançado.
O apicultor Luís, advogado de profissão, habituado a defender causas, afirmou que a sua admiração pelas abelhas, como família estruturada, e defensora de causas tão nobres, levou-o a sentir paixão pela apicultura.
Há 30.000 espécies de abelhas e elas são os maiores potenciais de polinização do nosso planeta.
Falou que cada vez mais há necessidade de se fazer a polinização para haver mais frutos. 
Essa tarefa, é desempenhada nas estufas pelo abelhão por conseguir aguentar temperaturas mais baixas.
As obreiras vivem cerca de 60 dias porque estão sempre em actividade e nunca dormem.
A abelha mestra ou rainha vive em clausura, durante 5 anos a pôr ovos, dia e noite. É à obreira ama que compete a vigilância da postura dos ovos.
O zangão só come mel e é alimentado pelas abelhas. 
Eles nascem para acasalar com a rainha.
Para acasalar, a rainha sai uma única vez da colmeia e solta um perfume especial que atrai o zangão até 20 Km.
Elas voam em altura e os que conseguem acasalar morrem.
Os que sobram procuram entrar na colmeia mas as obreiras não deixam.
O enxame pode ser constituído por cerca de 50 a 60000 elementos e morrem ao usar o ferrão para salvar a família.
Respondeu às perguntas sobre as picadas das vespas e das abelhas informando que a picada da vespa é mais dolorosa e que usa o ferrão diversas vezes. 
Nas vespas comuns aparecem cerca de 15000 espécies. 
Surgiu a curiosidade de saber mais sobre a vespa asiática e então, o Apicultor Luís, mostrou algumas que passaram de mão em mão para serem observadas .
Segundo nos disse vieram da China agarradas nos materiais, instalam-se e tentam sobreviver. Se, se aproximam de um apiário têm ali o seu alimento. 
Embora carnívoras, também se alimentam de néctar e mel.
Foi um colóquio muito interessante que para além de se falar da estrutura complexa, mas ordenada, de uma colmeia em que há regras bem definidas que deixam o ser humano muito aquém, focou-se a importância nutricional e medicinal do néctar, do mel e do pólen.
Um agradecimento ao Dr. Luís e à Tapada de Mafra considerada Património da Humanidade.
                                                                        
                                                                             (Manuela Estêvão)




São Martinho na AUTITV


Conta a lenda que Martinho de Tours, era um militar do exército romano. Um dia de forte tempestade, enquanto cavalgava, encontrou um mendigo que lhe pediu uma esmola. Como não tinha nada para lhe dar, cortou o manto ao meio e deu-lhe metade. De repente, começou a brilhar um sol radioso que durou três dias. Nessa noite, o militar sonhou com Jesus, que estava vestido com metade da sua capa e que conversava com os anjos, aos quais lhes disse: “Foi São Martinho catecúmeno quem me agasalhou”. O militar tornou-se monge e mais tarde foi considerado santo pela igreja católica. Faleceu em Tours, onde foi sepultado em 11 de novembro. Diz-se que os soldados, pedintes e produtores de vinho, são seus protegidos. Esta lenda deu origem à celebração do Dia de São Martinho que se comemora em muitos países Europeus.
À semelhança dos anos anteriores, também foi celebrado o Dia de São Martinho, na AUTITV, no passado dia 7. Este ano, foi convidado o Senhor Presidente da Junta de Freguesia de Santa Maria, São Pedro e Matacães para fazer uma palestra sobre o papel da Junta de Freguesia na comunidade. O Senhor Presidente, Engº Francisco Martins, começou por fazer a sua apresentação referindo as suas origens familiares e o percurso politico, fez o enquadramento histórico sobre a criação das freguesias, abordou a complexidade de gerir o interesse da população e o cumprimento de toda a legislação e regulamentação em vigor, referiu os serviços que a Junta presta aos fregueses e salientou algumas das mudanças que irão ocorrer nas competências das Juntas de Freguesia a partir de janeiro de 2020. Durante a exposição recorreu a vários exemplos que contribuíram para a compreensão do conteúdo abordado. Depois da exposição, houve ainda tempo para os participantes fazerem perguntas e esclarecerem dúvidas. No final, a Presidente da Direção, presenteou o palestrante com uma oferta da AUTITV e agradeceu a sua colaboração.
De seguida, o convívio continuou com a exibição do Grupo de Violas da AUTITV que interpretou várias músicas tradicionais e cujos refrãos foram sendo acompanhados pelas pessoas presentes no salão.
A tarde terminou com um lanche partilhado onde não faltaram as castanhas assadas, bolos tradicionais, salgados, bebidas variadas e muita alegria e animação.
                                                                            
                                                                            (Isabel Bernardo)






06/11/2019

Palestra sobre Hipnoterapia

No dia 31 de Outubro, o professor de Psicologia da Autitv, Dr. João Manuel Morais, licenciado em Psicologia Clínica, falou da acção da hipnoterapia , como ferramenta de auxílio, no tratamento das doenças de carácter emocional.

Explicou que a Psicologia é uma ciência que estuda os procedimentos mentais (sentimentos, pensamentos, razão) associados ao comportamento humano e o psicólogo é o profissional que busca entender os comportamentos e funções de cada ser humano.
Falou da terapia cognitiva, da hipnose clínica ou hipnoterapia que é um estado alterado de consciência que activa regiões do cérebro para mudanças de estados emocionais com objectivos específicos. O papel das técnicas de respiração e de sugestão usadas, proporcionam relaxamento e bem-estar. 
É um método reconhecido pela OMS (Organização Mundial de Saúde), como ferramenta de auxílio no tratamento de diversas doenças de carácter emocional.
Explicou que o nosso consciente envia para o inconsciente tudo o que vivemos e, ali fica registado o que poderá vir a incomodar-nos.
Falou também das fobias como medo exagerado e irracional que tem a ver com a ansiedade. 
Aí, o hipnoterapeuta procura, através da indução hipnótica, desbloquear os momentos traumáticos da mente inconsciente, reservatório de experiências vividas e, das quais se libertará.
Afirma que a OMS considera a hipnoterapia valiosa nos casos de depressão, ansiedade e fobias.
A plateia estava interessada no tema apresentado e as perguntas foram sempre surgindo ao longo de toda a palestra e às quais o Psicólogo Clínico foi respondendo com agrado.

                                                                          (Manuela Estêvão)


05/11/2019

Marvão, Ammaia e Castelo de Vide - 22 de Novembro


Workshop de Biografia - 21 de Novembro


Workshop de Informática - Perguntas e Respostas

No dia 25 de Outubro, realizou-se na Autitv um Workshop de Informática, com a finalidade de esclarecer dúvidas referentes a esta temática.
Os professores, Concha e Fernando Costa-Cabral, iniciaram com a explicação técnica do funcionamento do computador e da sua utilização cuidada.
Em foco, esteve a segurança e foram apresentadas algumas advertências no sentido de se evitarem situações complicadas para os utilizadores.
As dúvidas iam surgindo e os professores prontamente as esclareciam.
A plateia estava entusiasmada e notou-se que este tema veio ao encontro das necessidades sentidas, e algumas até desconhecidas, pelo que convém alertar.

Manuela Estêvão


Falando de Aviação II



Na sequência de uma primeira palestra sobre “Aviação”, realizada em Novembro de 2017, pelo professor António Lourenço Luis, (uma interessante apresentação que teve como objectivo desmistificar tabus que envolvem esta temática), teve lugar, no dia 24 de Outubro, uma segunda palestra, com o mesmo orador e sobre o mesmo tema, durante a qual foram apresentados conceitos sobre aeronaves e feita uma abordagem às duas características comuns a todo o tipo de aviões:

1. A necessidade de um fluxo constante de ar nas asas, para se obter a sustentação das aeronaves;

2. E de uma área plana e livre de obstáculos, que permita alcançar a velocidade necessária, quer para a descolagem, quer para uma operação de pouso.

Após relembrar alguns aspectos já focados na primeira sessão, nomeadamente a forma de se conseguir fazer voar uma massa de centenas de toneladas, o professor Lourenço Luis estabeleceu um interessante paralelismo entre uma asa de ave e a de uma aeronave.

A partir de então dissertou sobre os mais diversos aspectos técnicos que envolvem esta temática, sempre com base em princípios físicos bem conhecidos, a saber:

- nos de Bernoulli aplicados à aeronáutica;

- no efeito Coandã;

- e na terceira Lei de Newton,

Concluindo que são quatro as forças que necessitam ser superadas para que um avião consiga descolar e manter-se no ar de forma controlada:

1. ARRASTO (resistência ao avanço no ar);

2. GRAVIDADE (o peso da aeronave);

3. TRACÇÃO (capaz de vencer o arrasto criando a velocidade necessária que, por sua vez, faz desenvolver a sustentação;

4. SUSTENTACÃO (capaz de vencer a gravidade, permitindo a descolagem e o vôo controlado).

Seguiram-se outras explicações de grande interesse referentes aos mais variados aspectos, designadamente os que se reportam a hélices e a motores aeronáuticos, tais como os “motores a pistão”, “a turbina”, “a jacto puro” , “turbofan”, e, no âmbito deste último, foi feita referência às razões (ecológicas e económicas) porque a nível comercial o transporte de passageiros a longa distância usa bimotores em vez de tri ou quadrimotores, por exemplo a maior aeronave bimotor do mundo, o “Boeing 777”, com capacidade máxima para 550 passageiros e um alcance máximo de 10.900 milhas náuticas (17.900Km).

Igualmente de extrema importância para a tranquilidade de quem viaja, foram os esclarecimentos dados sobre questões que se levantam relativas a eventuais falhas que possam ocorrer num ou até mesmo nos dois motores do avião. 

A este propósito foi explicado que nenhum avião cai se ocorrer uma falha num dos motores, dado que, apenas com o outro, o avião poderá efectuar mais 3 horas de vôo, praticamente sem qualquer problema e isso permitir-lhe-á uma aterragem em segurança, num dos aeroportos constantes da rota que lhe foi traçada para o seu destino inicial. (operação ETOPS)

Também, e mesmo numa hipótese bastante remota de, em simultâneo, ambos os motores falharem (algo que, segundo referiu o prof. Loureço Luis, baseado em estudos da AIBUS, só poderia ocorrer em cada 17.880 anos), existe ainda a chamada “razão de planeio” e ainda outras técnicas de pilotagem que possibilitam aumentar a distância a percorrer.

Ainda a propósito de uma eventual falha nos dois motores, existe também o APU” (uma pequena turbina auxiliar que serve para suprir as forças eléctrica e pneumática aos sistemas dos aviões, permitindo que estes operem autonomamente nos aeroportos e em emergência continuar o vôo com as necessárias energias). Ainda assim, e numa situação extrema de ficar sem motores e sem APU, existe em todos os tipos de aviões uma turbina, (a RAT) que de forma automática ou manual é colocada fora da estrutura da aeronave, a qual produzirá energia eléctrica e hidráulica para alimentar os sistemas básicos de vôo (através do ar de impacto).

Como conclusão:


“Sua Excelência o Avião”, se construído obedecendo rigorosamente aos princípios da física e protocolos existentes na industria aeronáutica, levantará vôo, voará e pousará sempre em segurança.
                                          (Albertina Granja)











22/10/2019

Workshop de Biodança


No dia 18 de Outubro, a Professora da disciplina de "Biodança" , Virgínia Silva, realizou nas instalações da AUTITV, um Workshop de Biodança, que contribuíu para melhor esclarecer os benefícios desta modalidade que renova energias, estimula a criatividade, e resgata a alegria de viver.

15/10/2019

Início do Ano Lectivo 2019/2020



A Universidade Sénior de Torres Vedras deu hoje início ao seu ano lectivo 2019/2020, com a recepção aos 38 novos alunos matriculados até à presente data, a qual decorreu durante o período da tarde.












Contou com a presença de muitos dos antigos alunos e professores desta universidade e, obviamente, também com os membros da Direcção e representantes dos restantes Orgãos Sociais.

A abrir a sessão usou da palavra, a Presidente da Mesa da Assembleia Geral, Drª. Rita Sarreira, que,  após as boas vindas à "comunidade autitviana" que ali se deslocou, realçou, como não podia deixar de ser, a importância desta instituição na vida de todos quantos chegaram à situação de aposentados, referindo-se também ao que esta universidade tem representado para ela própria e onde, simultaneamente, é professora e aluna.

Seguidamente a Presidente da Direcção, Manuela Estêvão, dissertou sobre a forma como se vive o dia-a-dia nesta instituição e fez uma apresentação da AUTITV, desde a sua fundação à actulidade, a qual finalizou com um slideshow que a todos mostrou alguns dos momentos mais marcantes que ocorreram no ano lectivo transacto.

Antes de se proceder à chamada dos novos alunos para a entrega de uma singela lembrança, foi cantado, pelos presentes, o "Hino da AUTITV", acompanhado à viola pelo prof. Luis Sobreiro.

Para finalizar, o "Grupo dos 70", interpretou algumas melodias do seu reportório e o convívio terminou com um "porto de honra".