Entramos na Capela do Palácio do Marquês de Pombal, estamos a visitar a sua época. Seguimos adiante, e temos a entrada principal com as suas armas sobre as janelas e no brasão. Escadarias elegantes com terraços laterais que nos dão acesso aos aposentos, com grandes janelas. A sala da concórdia é que tem menos claridade porque o estuque imita madeira mas cria uma penumbra que permite conversação tranquila. Depois visitámos as diversas dependências,vimos um terraço voltado para o Tejo com belos azulejos. Os jardins são muito agradáveis, com uma bela fonte chamada a Cascata dos Poetas, alusivo aos poetas gregos romanos e a Camões.
Visitámos o lagar de azeite com um filme para nos elucidar como funcionava.
A quinta tinha 200 hectares com:vinha seleccionada (vinho de Carcavelos), olival com bom azeite que exportava, o de menos qualidade era para iluminar parte de Lisboa da época, la ranjais, lagares de azeite e lagares de vinho.
Tudo isso nos dá ideia da racionalidade do Marquês no seu tempo.
ANTÓNIA
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