17/11/2024
15/11/2024
Palestra_África e o Futuro_14.11.2024
África é um continente de riqueza inigualável, não só em termos de recursos naturais, mas também de diversidade cultural, juventude vibrante e potencial inexplorado. Com mais de 1,4 bilhão de habitantes, é a segunda maior população do mundo e a mais jovem, com 60% abaixo dos 25 anos. Essa juventude representa uma enorme força motriz para o desenvolvimento, inovação e crescimento.
A transformação digital, por exemplo, está a ganhar ritmo em várias regiões. .
No setor agrícola, África também está a emergir como um ator central. Com uma grande quantidade de terras férteis, o continente tem o potencial de ser o celeiro do mundo.
O futuro de África está a ser moldado por africanos, que estão a desafiar narrativas antigas e a construir um novo caminho de autossuficiência e inovação.
À medida que o mundo olha para o futuro, África está a posicionar-se como um dos centros emergentes de poder econômico, tecnológico e cultural. O seu potencial não é apenas para si mesma, mas para o mundo, à medida que contribui com soluções inovadoras para problemas globais. O futuro é africano.
Foi uma palestra muito interessante, na qual o orador nos elucidou sobre o futuro africano. Ficamos muito agradecidos por esta partilha.
14/11/2024
Reunião das Universidades Seniores do Oeste em Torres Vedras_13.11.2024
- Plano de atividades em conjunto 2024/2025;
- Outros assuntos de interesse.
Além da anfitriã, estiveram representadas as Universidades de Alcobaça, Alfeizerão, Benedita, Marinha Grande, Pataias e Peniche.
Por motivos de força maior, as UTIS de Caldas da Rainha, Nazaré e Rio Maior não puderam comparecer.
12/11/2024
São Martinho na AUTITV - 08.11.2024
08/11/2024
Palestra_Alimentação e Bem Estar
04/11/2024
Visita ao Museu do Aljube - Resistência e Liberdade
políticos opositores ao regime salazarista. Aqui aguardavam, com a maior angústia, a chamada para a “António Maria Cardoso”, sede da PIDE onde iriam ser interrogados, ou daí regressavam para conhecer qual o seu destino, ou melhor dizendo, para qual das prisões iriam ser encaminhados.
desde a tortura de estátua, a gota de água, o isolamento contínuo, etc. Todo o museu está impregnado de uma enorme carga dramática.
Certamente ficou na memória auditiva de todos nós o som da campainha do telefone, que na altura servia de aviso para que um dos presos fosse conduzido à sede da PIDE para interrogatório, e muito provavelmente para ser sujeito à tortura necessária para obter a confissão, ou a sua transferência para outra cadeia, o que provocava uma enorme angústia aos detidos.
de grande coragem, resistência e capacidade de sofrimento em defesa dos seus ideais. Não referiremos nomes, pois a sua lista é infindável e todos mereceriam ser citados. As fotos das fichas da prisão apresentadas num painel ilustram o elevado número de prisioneiros.
O Museu faz também uma viagem por outras prisões do então “Império Colonial Português”, mostrando as cadeias de Cabo Verde “Tarrafal”, Guiné, S. Tomé, Angola, Moçambique, Goa Damão e Dio e Timor e ainda, no continente as de Peniche, Trafaria, Caxias.
Uma das salas transporta-nos numa viagem iconográfica que ilustra o decorrer da História desde o início da 1ª República, o início da prisão até aos tempos mais recentes, passando pelo Estado Novo, o período colonialista, os movimentos de libertação das “províncias ultramarinas”, a “era da abertura marcelista”, o 25 de abril, terminando com imagens da Assembleia Constituinte.testemunho do poder, tais como o “famoso” discurso de Salazar em Braga, em 28 de maio de 1936, no qual afirma “não discutimos Deus, não discutimos a pátria, não discutimos a família, não discutimos a autoridade e não discutimos o trabalho”, e ainda alguns depoimentos de ex-prisioneiros, como testemunho da resistência: Camilo Mortágua Domingos Abrantes, de entre tantos outros.
Também podemos observar alguns exemplares de documentos censurados pelo “lápis azul” e ainda algumas normas emitidas pela PIDE, emanando diretrizes para os noticiários, ou punindo quem prevaricou, publicando “o que não devia”, como foi o caso do Diretor do Jornal República, o qual foi punido com 3 dias de suspensão.
Foi possível observar a reconstituição do equipamento e instalações de impressão de panfletos e jornais que eram publicados pelos núcleos de resistência e divulgados, sempre de forma clandestina e com risco da própria vida.
A visita termina com uma sala dedicada ao 25 de abril e uma
frase emblemática que nos ajuda a não esquecer o passado e nos encaminha para o
futuro, ainda que incerto, pelo menos melhor que o passado, “Sem memória não há
futuro”.
Zacarias Dias
29/10/2024
VIAGEM ÀS TERRAS QUE INSPIRARAM EÇA DE QUEIROZ
No ano lectivo passado, um dos autores estudados na disciplina LUGAR ONDE – Temas de Literatura, História e Património foi Eça de Queiroz. Ficou combinado fazer uma viagem cultural em Outubro, dedicada àquele autor. O professor Joaquim Moedas Duarte idealizou o percurso, a partir da colaboração com a INALVA, empresa com quem a AUTITV tem excelente cooperação. O resultado foi a viagem à Rota Queiroziana, a partir dos romances A Cidade e as Serras e A Ilustre Casa de Ramires.
28/10/2024
Palestra: Psicossociologia da Música
25/10/2024
24/10/2024
Faleceu Maria Fátima Barreto Rosado Pereira Martins Tomás
É com enorme pesar que a AUTITV comunica o falecimento da sócia, aluna e ex professora da AUTITV, Maria Fátima Barreto Rosado Pereira Martins Tomás.
O funeral realiza-se amanhã, dia 25 de outubro, às 14h30, no Cemitério de São Miguel (Torres Vedras).
A Direção da AUTITV manifesta sentidas condolências à família.
23/10/2024
22/10/2024
Visita à "Fábrica de Porcelana da Vista Alegre"
. Iniciamos com a visita à Capela da Vista Alegre - "Capela de Nossa Senhora de Penha de França". Esta, foi construída no século XVII a pedido do Bispo D. Manuel de Moura Manuel, cujo túmulo barroco (da autoria do escultor francês Claude Laprade) se encontra dentro da capela. No nicho da fachada da capela encontra-se uma escultura da padroeira da "Vista Alegre"- Nossa Senhora da Penha de França-. No interior da capela, destacam-se os tetos pintados (um intenso conjunto de frescos com iconografia* mariana), os azulejos figurativos, a azul e branco, dos finais do século XVII, o retábulo em mármore e talha dourada, bem como o imponente túmulo episcopal (renascentista) de D. Manuel Moura Manuel.

















































